O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) rejeitou oficialmente sete termos aditivos feitos pela Prefeitura de Pindamonhangaba com a empresa terceirizada Electa. A decisão, tomada pelo Conselheiro Relator Valdenir Antonio Polizeli, traz um debate importante sobre os limites da lei na administração pública, mesmo quando o objetivo dos gestores é atender a uma causa justa. Os repasses em questão aconteceram ao longo de 2024 e somaram exatos R$ 130.147,14. O objetivo da prefeitura era simples: repassar uma verba enviada pelo Governo Federal para garantir o pagamento do Piso Nacional da Enfermagem aos profissionais que trabalhavam no atendimento e na classificação de risco das UPAs e Prontos-Socorros da cidade. O nó jurídico: A raiz do problema Para entender por que o Tribunal rejeitou esses repasses, é preciso olhar para o contrato original de prestação de serviços, assinado lá em 2020. Em um julgamento anterior, a Corte de Contas já havia decidido que aquele contrato inic...