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Justiça Federal extingue processo de improbidade contra prefeito de Pindamonhangaba por falta de jurisdição

  A Justiça Federal em Taubaté encerrou, sem julgamento do mérito , uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o prefeito de Pindamonhangaba, Isael Domingues, e outros envolvidos. A ação, que também citava a  Valéria dos Santos Ex Secretaria de Saúde, e o Instituto Esperança, questionava irregularidades em um contrato firmado durante a pandemia de COVID-19. O caso tinha como foco a Dispensa de Licitação nº 019/2020 , que resultou no Contrato Administrativo nº 046/2020 para a gestão de serviços de saúde em Pindamonhangaba. O MPF alegava que a contratação foi indevida, com falhas na especificação do serviço e direcionamento para o Instituto Esperança, além de questionar a origem dos recursos, que seriam provenientes de repasses federais destinados ao enfrentamento da pandemia. Ministério Público apontava irregularidades De acordo com o MPF, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo já havia julgado irregular a dispensa de licita...

Irregularidades no Pronto-Socorro de Pindamonhangaba: Tribunal de Contas aponta falhas graves no contrato de gestão

  Uma recente auditoria conduzida pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo revelou sérias irregularidades no contrato de gestão do Pronto-Socorro de Pindamonhangaba, administrado pelo Instituto ACENI. A entidade foi responsável pela operacionalização e gerenciamento dos serviços de urgência e emergência do hospital municipal, mas a análise das contas de 2019 levantou uma série de problemas. Veja abaixo os principais pontos da auditoria: 1. Despesas Elevadas e Injustificadas De acordo com o relatório do Tribunal de Contas, a prefeitura repassou mais de R$ 2,3 milhões para a cobertura de despesas que não estavam diretamente ligadas ao atendimento médico, o que gerou forte crítica. Esses gastos incluíam valores elevados para a coordenação, gerenciamento e consultoria , que somaram 11,75% do valor total do contrato . O Tribunal considerou essa porcentagem desproporcional, já que os recursos deveriam ser concentrados na contratação de profissionais de saúde e na aquisição de mate...

Prefeito de Pindamonhangaba é Multado e ABBC Deve Devolver R$ 743 Mil ao Município, Determina TCE

  O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) julgou irregular a prestação de contas do convênio firmado em 2017 entre a Prefeitura de Pindamonhangaba e a Associação Brasileira de Beneficência Comunitária (ABBC), destinado à gestão dos serviços de urgência e emergência do pronto-socorro municipal. A decisão, proferida em 03 de setembro de 2024, aponta falhas graves na aplicação dos recursos públicos, o que resultou em uma ordem de devolução de mais de R$ 743 mil aos cofres municipais e na aplicação de multas aos gestores envolvidos. Um Convênio Crucial para a Saúde da Cidade O convênio com a ABBC visava garantir o bom funcionamento dos serviços de urgência e emergência, essenciais para a população de Pindamonhangaba, mas as auditorias realizadas pelo Tribunal de Contas revelaram uma série de irregularidades que comprometeram a transparência e a correta utilização do dinheiro público. De acordo com o processo, a prefeitura repassou à ABBC um total de R$ 18.917.202,34 em 201...